League of Legends: Wild Rift 7.0g não é aquele tipo de patch que, à primeira vista, parece ter mudado um monte de números de Campeões. De acordo com as notas oficiais mais recentes, o foco principal desta atualização está muito mais em mudanças de gameplay, e os ajustes se concentram em unidades ligadas a avanço e controle de tropas, como Tropa Combatente, Tropa Conjuradora, Tropa Canhão, Tropa de Cerco e Supertropa.
Em outras palavras, o que esse patch realmente quer mudar não é apenas se alguns Campeões ficaram mais fortes ou mais fracos, mas o ritmo geral do mapa, o valor das ondas de tropas e a recompensa de pressionar rotas. Para muitos jogadores, esse é exatamente o tipo de atualização mais fácil de subestimar. Quando você abre as notas do patch pela primeira vez, sua reação pode ser: desta vez não teve tanta mudança de Campeão, então talvez não haja muito o que estudar. Mas em Wild Rift, o ritmo da partida sempre esteve profundamente ligado ao controle de ondas. Prioridade cedo na rota do Dragão, troca de placas nas rotas laterais, pushes no meio do jogo, defesa quando se está atrás e pressão de split push muitas vezes não dependem só de mecânica, mas de quão bem você transforma controle de tropas em vantagem de mapa. Neste artigo, a ManaBuy traz uma análise completa da atualização para você se adaptar mais rápido ao novo patch.

Ajustes relacionados a tropas importam porque afetam diretamente três coisas.
Primeiro, mudam quem consegue garantir prioridade de rota com mais facilidade.
Segundo, influenciam quem consegue acelerar a vantagem com mais força depois de derrubar torres.
Terceiro, afetam o quanto fica difícil para o lado que está perdendo defender as rotas laterais e a base.
Quando um patch fala ao mesmo tempo de Tropa Combatente, Tropa Conjuradora, Tropa Canhão, Tropa de Cerco e Supertropa, isso normalmente significa que a Riot não está tentando corrigir apenas um problema isolado. Em vez disso, está fazendo ajustes finos no ritmo geral do avanço das ondas, da pressão de mapa e do balanço entre ataque e defesa.
Isso significa que, depois da 7.0g, muitos Campeões que antes pareciam confortáveis simplesmente porque limpavam ondas rápido talvez precisem reavaliar seus timings. Ao mesmo tempo, composições que são boas em disputar prioridade, rotacionar primeiro e converter pressão em objetivos neutros podem ficar mais confiáveis, porque o valor do push mudou.
Na prática, um patch como esse costuma gerar três grandes mudanças.
Se as ondas valem mais disputa, ou se empurrar a rota gera recompensas de mapa mais claras, então Campeões que limpam rápido e se movem primeiro passam a ter mais valor. Você não precisa necessariamente solar o seu oponente na rota. Mas se conseguir empurrar primeiro, sair da rota primeiro e chegar ao rio primeiro, sua equipe terá muito mais facilidade para ditar o ritmo da partida.
Como tanta atenção está sendo colocada em unidades de avanço e sistemas ligados às tropas, fica claro que o custo e a recompensa de pressionar torres, prolongar rotações e forçar respostas defensivas estão sendo recalibrados. Jogadores que entendem como pressionar rotas laterais, separar os inimigos e desperdiçar o timing de retorno ou rotação do adversário vão vencer com mais frequência.
Se as mudanças em Supertropa e outras unidades ligadas ao push tornarem a pressão de cerco mais opressiva, então times que estão atrás podem ter muito mais dificuldade para segurar o jogo. Por outro lado, se certos padrões de prioridade de rota ficarem mais lentos, composições de scaling podem encontrar mais espaço para sobreviver e virar depois. O ponto mais importante para estudar na 7.0g não é apenas qual Campeão parece buffado no papel, mas quais jogadores e composições conseguem aproveitar melhor o controle de ondas.
Em um patch como este, os melhores picks da rota do meio costumam ser Campeões com limpeza de onda estável, potencial direto de roaming e impacto confiável em lutas de equipe. O motivo é simples: a rota do meio fica mais perto dos objetivos neutros mais importantes, então, quando as tropas passam a importar mais, ela se torna ainda mais o eixo central do ritmo do mapa.
Em ambientes assim, magos e assassinos que conseguem limpar a onda rapidamente e se mover primeiro costumam render melhor do que picks puramente de scaling que precisam de mais tempo. Em Wild Rift, o mapa é relativamente compacto e o ritmo é naturalmente rápido. Se você sai da rota um passo antes do seu adversário, muitas vezes consegue transformar a vantagem de tropas em visão no rio, preparação para o Dragão ou até oportunidade de dive em uma rota lateral.
Na rota do Dragão, a chave não é só força de lane. O que importa é qual dupla consegue empurrar a rota primeiro e depois se mover para a área do Dragão.
Se a 7.0g tornar o valor das ondas mais relevante, então as duplas da rota do Dragão devem se inclinar mais para combinações com prioridade de rota, poke e bom posicionamento de setup, em vez de apostar apenas em scaling para o fim do jogo. É por isso também que muitos jogadores sentem que exatamente o mesmo Campeão de repente fica mais fácil ou mais difícil de vencer de um patch para o outro. A causa raiz normalmente não é a mecânica. É que a relação entre controle de ondas e jogo de mapa mudou.
Nesse tipo de patch, rota do Barão e Selva dependem ainda mais de leitura de rotação. A rota do Barão não é só sobre ganhar trocas 1v1, e a Selva não é só sobre gankar. Os jogadores que conseguem julgar mais rápido em qual rota vale investir, qual pode ser deixada sozinha e qual onda pode ser usada para iniciar um objetivo terão muito mais facilidade para construir vantagem.
Por isso, os picks mais fortes depois da 7.0g talvez não sejam os Campeões mais chamativos, mas sim aqueles que conseguem conectar prioridade de rota, pressão do Arauto do Vale, controle de Dragão e ritmo de torres em um plano de mapa consistente.
Um dos maiores problemas que muitos jogadores de Wild Rift têm é tratar toda onda de tropas da mesma maneira.
Mas em um patch construído em torno de ajustes de tropas e unidades de avanço, você não pode mais limpar ondas de forma automática e sem pensar. Você precisa começar a se perguntar:
• Depois de empurrar esta onda, o que eu consigo fazer primeiro?
• Se eu fizer slow push nesta onda, isso prepara melhor o próximo objetivo?
• Se eu abrir mão de algumas tropas aqui, consigo trocar isso por algo mais importante no mapa?
Quando você começa a pensar assim, sua taxa de vitória normalmente melhora mais rápido do que apenas insistindo em mecânica.
A página oficial de Atualizações do Jogo já conectou a 7.0g à próxima fase de conteúdo. Em 26 de março, a Riot também mostrou uma prévia do Patch 7.1, que está programado para chegar em 9 de abril UTC. Isso faz deste um ótimo momento para se preparar para o próximo ciclo de versão, em vez de focar apenas no momento atual.
É por isso que, se você pretende subir de rank com seriedade nos próximos dias ou quer fazer uma transição mais suave para a próxima atualização, vale preparar antes seus Campeões, skins ou recursos de passe. Em momentos assim, usar a ManaBuy para fazer um Wild Rift Top Up e deixar seus Wild Cores prontos com antecedência pode ser bem mais confortável do que esperar até o próximo patch já estar no ar.
O verdadeiro foco da 7.0g não é virar o meta de cabeça para baixo com buffs ou nerfs pesados em alguns Campeões populares. Em vez disso, ela leva Wild Rift um pouco mais adiante na forma como o jogo valoriza ondas, avanço e ritmo de mapa. Um patch assim pode parecer menos empolgante à primeira vista do que o lançamento de um novo Campeão, mas para quem realmente quer subir, ele pode ser ainda mais importante. Porque obriga você a entender algo fundamental: você não vence uma partida só porque jogou uma luta melhor. Muitas vezes, você vence porque tratou cada onda melhor.
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